Próximas de Atenas, as Ilhas Argo-Sarônicas são ótimas para curta estada, com acesso fácil de ferryboat. Em Hidra (ou Hydra) não é permitida a entrada de carros, apenas animais de carga (leia-de burros) que fazem o transporte.

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Um dos balneários mais exclusivos da Grécia, foi “invadida” por turistas que compraram e reformaram suas casas, sem perder o estilo arquitetônico da década de 1820.

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No porto, algumas mansões particulares cercam lojinhas charmosas e muitos restaurantes. As praias, no recortado litoral, são de pedras, o que tornam a atividade de caminhar bem dolorida. Para aproveitar a água limpa e transparente, em um azul que impressiona, a dica é aproveitar a praia próxima do porto, que tem una escada ou a solução é ficar embarcado.

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O pôr do sol é imperdível, sentar em uma das mesas do Sunset Restaurant apenas para um vinho é tarefa difícil, já que o atendimento não faz muita questão se você não for jantar. Se a opção não for comer, a praça ao lado possui confortáveis bancos e proporciona o mesmo e emocionante espetáculo da natureza. Inesquecível.

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Para entender as ilhas gregas: ao fazer o roteiro, me deparei com seis complexos de ilhas na Grécia (mais Creta), ou seja, precisaria de algumas viagens para conhecer todas. As mais conhecidas, Santorini e Mikonos, são parte das Cíclades (circulares), que tem este nome por rodear Delos, antiga capital econômica e religiosa da Grécia. Milos e Íos integram as Cíclades. As ilhas Jônicas são muito procuradas por sua beleza, mas ficam no mar Jônico (oeste da Grécia, perto da Albânia), bem distantes de Atenas. Mais próximas da capital grega estão as Argo-Sarônicas (Hidra). Ainda tem as ilhas Espórades e Eubéia, Nordeste do Mar Egeu, Dodecaneso e Creta. Haja férias. Que boa notícia! Um bom motivo para manter este paraíso no radar de lugares para viajar.

 

 

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